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Dia mundial sem carro levanta reflexão sobre uso de transportes alternativos

Em um esforço para reduzir as emissões de gás carbônico no trânsito, Porto Alegre e mais de 1500 cidades devem participar do Dia Mundial Sem Carro 2009, que ocorre nesta terça-feira, 22 de setembro. Celebrada pela primeira vez na França em 1997, a data é um momento para os cidadãos deixarem seus veículos em casa e refletirem sobre as mudanças climáticas e o impacto que sua forma de locomoção exerce sobre o meio ambiente e a saúde das pessoas. Segundo o Greenpeace, há em média um carro para cada seis brasileiros, o que representa cerca de 30 milhões de automóveis circulando no País gerando poluição e dificultando a mobilidade nas grandes cidades.

O dia torna-se também uma chance para a sociedade reavaliar o uso de conduções alternativas e pressionar os governos para que adotem políticas de incentivo ao uso do transporte público e de veículos não poluentes nos seus serviços. “As administrações municipais, estaduais e federais precisam dar o exemplo e abrirem espaço para as empresas que oferecem opções mais sustentáveis. E isso não apenas no segmento de transporte e tele-entregas, mas em todas as áreas nas quais os órgãos públicos contratam”, defende o empresário Kais Ismail, proprietário da Bike-Entrega. Ismail comenta que houve uma recomendação, ainda no primeiro semestre deste ano, da Câmara de Vereadores de Porto Alegre para o uso também de ciclistas nas entregas da Casa. Contudo, nenhuma ação concreta foi posta em prática. “É preciso que ocorra uma diversificação dos meios de locomoção utilizados para ajudar a reduzir os níveis de poluição do ar. Mas, se nem os governos tomam a iniciativa de procurar soluções que beneficiem o meio ambiente, como os cidadãos irão se mobilizar?”, questiona.

O empresário afirma que a cultura do automóvel é muito enraizada no Brasil e que mudar esse comportamento exige tempo e a permanente discussão sobre os efeitos que o crescimento descontrolado da frota de veículos automotores (como carros e motos) tem sobre a qualidade de vida. Para se ter uma ideia, conforme dados do Detran-RS, em 2008 havia 4.138.550 veículos habilitados no Estado. Dez anos atrás, esse número era de 2.783.209. Apenas em Porto Alegre, no ano passado, foram registrados 627.580 veículos, sendo deste total 464.666 carros e 66.724 motocicletas. “Faltam estudos por parte das esferas públicas sobre a quantidade de emissão de gás carbônico que os meios de transportes utilizados por elas lançam na atmosfera diariamente. O Dia Mundial Sem Carro é uma oportunidade para colocarmos esses temas em debate e cobrar que os governos façam um levantamento sobre o impacto que suas ações têm para a saúde da população”, acrescenta Ismail. Ele salienta ainda a necessidade de entidades como o Ibama fiscalizarem os órgãos públicos, para avaliar como estes estão trabalhando em prol da sustentabilidade.

Texto: http://www.sustentabilidade.blog.br

setembro 25, 2009 at 12:52 pm Deixe um comentário

Anéis com vida

Uma novidade lançada por um artista plástico da Islândia promete conquistar a preferência das pessoas preocupadas com o meio-ambiente: a linha “Growing Jewlery”, ou “Acessórios que Crescem”, em tradução livre.

Segundo o criador Hafsteinn Juliusson, a jóia é unissex e muito fashion, além de ecologicamente correta. “Nos dias de hoje, em que vivemos em espaços cada vez mais reduzidos, as jóias são uma excelente opção para preservar as plantas”, alega.

Assim como qualquer vaso, as plantas precisam ser regadas diariamente. O ideal é molhá-las com spray. “Nada melhor para ficar sempre próximo à natureza do que a Jóia que Cresce”, diz Juliusson.

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Fonte: http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/no_298367.shtml

setembro 4, 2009 at 11:57 am Deixe um comentário

Carioca vende bicicletas biodegradáveis de bambu na Dinamarca

As bicicletas já são um meio de transporte ecológico, porque não gastam combustível nem poluem. Imagine se forem descartáveis. O desenhista industrial carioca Flavio Deslandes vende biclicletas biodegradáveis, com com armação de bambus, na Dinamarca. Ele desenvolveu o produto numa parceria com uma empresa de bicicletas de lá, a BioMega. O plano e fazer 100 unidades este ano. Vinte já foram vendidas para os ciclistas dinamarqueses. As bicicletas, que tem hastes de bambu no lugar dos tubos de alumínio convencionais, são feitas artesanalmente. Custam a partir de 3800 euros.

Flavio começou a pesquisar os bambus em 1995, quando estudava na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Pedalando pelas ciclovias da Lagoa Rodrigo de Freitas e das praias do Rio, ele teve a ideia de adaptar os bambus e fazer uma bicicleta com quadro biodegradável. Desde então, foram anos de pesquisa para descobrir as melhores técnicas para cortar e tratar os bambus. Além de como adapta-lo às necessidades da estrutura da bicicleta. Fiel às origens, Flavio usa nas bicicletas dinamarquesas bambus que manda trazer do interior do Rio.

“Usar os bambus para montar uma bicicleta é mais difícil do que fazer uma cadeira ou mesa”, diz Flavio. “O quadro da bicicleta é submetido a vários esforços e pressões enquanto se pedala.” Ele precisa agüentar os trancos na rua, o peso do ciclista e a trepidação do terreno irregular. Isso também é uma vantagem do bambu, segundo Flavio. “O bambu tem características próprias, diferentes do metal ou carbono usado nas bicicletas”, diz. “Ele combina flexibilidade e rigidez. Com isso, a bicicleta oferece mais conforto. Se você souber montar da forma adequada, uma bicicleta com estrutura de bambu funciona como um sistema de amortecedor, que absorve as vibrações do terreno. Isso é natural do material. Tanto que a vara de pescar de bambu é mais flexível do que a de fibra de carbono”, afirma.

O desafio é como lidar com a deterioração do material. A bicicleta fica do lado de fora, exposta à chuva e ao sol. Flavio diz que a durabilidade da bicicleta de bambu é a mesma que uma de alumínio ou carbono, por conta dos produtos químicos que ele usa para tratar o material natural.

“No entanto, se um cliente quiser o bambu sem tratamento, por que é mais ecológico, então ela vai durar menos ou requerer uma manutencão mais constante”, diz. Pode parecer difícil convencer muita gente a gastar alguns milhares de euros para comprar uma bicicleta que, mesmo bem cuidada, não dura mais do que dez anos. Para Flavio, esse é

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justamente parte do charme do produto. Flavio prefere não usar tratamentos químicos pesados, que poderiam prolongar a vida do bambu. Mas que significariam, para ele, um caminho no sentido de um material mais artificial. “A ideia é o oposto”, diz. “Faz parte da história saber que o bambu vai se decompor. O bambu é biodegradavel. A tendência é ele se desmanchar na natureza. Isso pode ser positivo para o meio ambiente. Se você enterrar aquilo, depois de alguns meses, virou poeira.” É uma extensão da filosofia de baixo impacto ambiental que o transporte ciclístico já tem.

Agora, a pesquisa de Flavio é para projetar uma bicicleta com toda a estrutura de bambu. Hoje, ele ainda usa metal nas juntas. Seu plano é substituir por materiais orgânicos biodegradáveis. Aí, depois de algum tempo, bastaria mesmo apenas descartar a armação da bicicleta, como fazemos com casca de frutas. E transferir as peças metálicas, como a roda e as marchas, para outra estrutura também perecível.

(Alexandre Mansur)

setembro 3, 2009 at 1:29 pm Deixe um comentário

Alemães estocam lâmpadas incandescentes antes de proibição

Os alemães, que normalmente se veem como guardiões do meio ambiente, estão estocando lâmpadas incandescentes de alto consumo de energia antes da proibição do produto em toda a União Europeia, afirmou a agência de pesquisa de mercado GfK.

A GfK registrou aumento de cerca de 35 por cento nas vendas de lâmpadas incandescentes na primeira metade do ano. Na terça-feira, tem início o processo de proibição da fabricação e da importação de lâmpadas de mais de 75 watts, proposta em 2007 pelo ministro alemão do Meio Ambiente, Sigmar Gabriel.

Alguns varejistas alemães dizem ter visto um aumento de 600 por cento nas vendas de lâmpadas de mais de 100 watts desde o final de julho.

A União Europeia planeja acabar com o uso dessas lâmpadas como parte dos planos para poupar energia, cortar os gases estufa e combater a mudança climática.

A proibição da fabricação e da importação será ampliada a cada ano, e se tornará total até 2012.

A Comissão Europeia prevê que a medida poupará cerca de 40 terawatts de energia por ano no bloco — o suficiente para atender às demandas de energia de um país pequeno.

Segundo a Alemanha, a troca para lâmpadas econômicas pode evitar a emissão de cerca de 25 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

Fonte: Jornal de Maringá

setembro 1, 2009 at 2:48 pm Deixe um comentário

Aumenta adesão à campanha contra uso de sacolas plásticas

Com a participação da secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, Samyra Crespo, o presidente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr., formalizou oficialmente na sexta-feira (28/08) a adesão da empresa à campanha “Saco é um Saco”, lançada pelo Ministério do Meio Ambiente em junho deste ano.

A representante do MMA destacou que as sacolas plásticas, apesar de parecerem “inocentes” (na falsa aparência de não oferecer riscos), na verdade são causadoras de grandes tragédias e a campanha para limitar o seu uso é muito importante. “Elas são uma das maiores responsáveis pelas enchentes, provocam desligamentos de energia elétrica e a morte de animais marinhos”, disse Samyra.

A campanha “Saco é um Saco” conta com a adesão de 15 grandes empresas que atuam no setor varejista nacional e ela espera que esse número aumente. “O mercado responde à demanda e a própria indústria vai apostar em novas soluções tecnológicas se a sociedade parar de demandar sacolas plásticas”, disse ela.

“Nós queremos uma avalanche de adesões para a campanha ganhar peso e, agora, contamos com a credibilidade da CPFL”, afirmou Samyra.

O presidente da CPFL Energia explicou que o mundo vive um momento de adaptação em relação ao aquecimento global. “Precisamos do consumo consciente, e um desses temas é a redução no uso de sacolas plásticas”, disse.

A CPFL Energia se comprometeu em contribuir de diferentes formas. A empresa distribuirá 7,2 mil sacolas de tecido para seus funcionários diretos e outras três mil unidades para fornecedores de serviços e produtos.

Mais de cinco milhões de clientes ligados em baixa tensão das 306 cidades de São Paulo, Minas Gerais e Paraná receberão entre os meses de agosto e outubro mensagens em suas contas de luz sobre a campanha.

Além disso, vai desenvolver spots para rádio e um comercial para televisão. “Nós atuamos num mercado com cerca de 20 milhões de pessoas e sentimos que temos como atuar de forma positiva para incentivar a redução no uso dessas sacolas descartáveis”, informou o presidente da Companhia.

Fonte: CPFL Energia

agosto 31, 2009 at 6:07 pm Deixe um comentário

Brasil vai investir R$ 15 milhões em pesquisas científicas sobre fenômenos antárticos que provocam impactos climáticos no país e no mundo

O Programa Antártico Brasileiro (Proantar), que realiza pesquisas científicas sobre fenômenos antárticos que provocam impactos climáticos no país e no mundo, receberá investimentos do governo federal de R$ 15 milhões. Esse é o maior aporte financeiro recebido pelo programa para o fomento das atividades brasileiras na região.

Os recursos são destinados aos futuros projetos de pesquisa no âmbito do Proantar, que poderão ser apresentados até o mês de outubro ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). O edital para a inscrição de projetos foi publicado ontem (17) no Diário Oficial da União e lançado dia 18/08 em solenidade realizada no ministério.

Do total, R$ 12 milhões serão repassados para cooperações entre países latino-americanos e R$ 3 milhões para o monitoramento ambiental na Antártica. Cada projeto poderá ter custo máximo de R$ 1 milhão. “Vamos apresentar pesquisas ligadas a questões geográficas e antropológicas, por exemplo”, afirmou a coordenadora-geral para o Mar e a Antártica do MCT, Maria Cordélia Machado.

O Proantar surgiu em 1982, mesmo ano em que ocorreu a primeira expedição brasileira na Antártica. “O Proantar se inspira nas sugestões em ambientes internacionais e isso é incorporado ao programa. Os cientistas estão interessados em entender como as mudanças globais estão interferindo na Antártica, como a Antártica está reagindo a essas mudanças e quais serão as consequências dessas alterações”, explicou o geólogo do Instituto de Geociência da Universidade de São Paulo (USP) e membro do Proantar, Antonio Carlos Rocha Campos.

Segundo o MCT, após o período de apresentação dos projetos de pesquisa, o ministério irá promover uma campanha, nos meses de novembro e dezembro, sobre as expedições brasileiras na Antártica.

Fonte:Agência Brasil

agosto 20, 2009 at 5:36 pm Deixe um comentário

Classificação ecológica de computadores chega ao Brasil

Nesta segunda-feira (10), a ONG Conselho Eletrônico Verde (GEC) dos Estados Unidos tornou-se internacional com a regionalização em 40 países de um registro que mostra o impacto de produtos de tecnologia no ambiente. O Instrumento de Avaliação Ecológica de Produtos Eletrônicos (na sigla em inglês, Epeat) é um cadastro que vai classificar os computadores de desktop, seus monitores e os notebooks em função de seu caráter “verde”.

O registro pode servir como consulta para consumidores preocupados em adquirir aparelhos ecologicamente corretos. “Agora, ele mostra os produtos disponíveis em seu país e as características ambientais particulares do local”, disse Jeff Omelchuck, diretor do Epeat.

Lançado nos Estados Unidos em 2006, o registro pode ser acessado gratuitamente e foi personalizado para países como Canadá, China, Japão, Austrália, México e Brasil. Os produtos submetidos pelas empresas são classificados pelo ranking Gold (ouro), Silver (prata) e Bronze de acordo com o gasto de energia, métodos de produção, componentes tóxicos, embalagem, vida útil e a facilidade de reciclagem.

Entre os fabricantes brasileiros disponibilizados no site do Epeat estão a Positivo Informática e a Arquimedes Automação e Informática (fabricante mineira de soluções para pequenas e médias empresas).

Fonte: Band Jornalismo

agosto 18, 2009 at 1:13 pm Deixe um comentário

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