Árvore de Natal

Gostaria de deixar claro que o blog tem por objetivo discutir a sustentabilidade na mídia e não receita de faça você mesmo ou passo à passo. Desta vez vou dar uma colher de chá. Encontrei esse modelo de árvore de Natal feita com garrafa de refrigerante no blog Sonho de Artesanato. Essa árvore é bem simples e fácil de fazer.

http://sonhodeartesanato.blogspot.com/search/label/Decora%C3%A7%C3%A3o%20de%20Natal

novembro 3, 2009 at 6:31 pm Deixe um comentário

O novo lugar de trabalho

Elisa Tozzi
Revista Você S/A – 10/2009

Há pouco mais de um ano, o engenheiro automobilístico Franco Fodor, de 41 anos, resolveu deixar o cargo charmoso de diretor regional de vendas das marcas Jaguar e Land Rover na América Latina e abrir com um sócio uma empresa de turismo ambiental. “O mundo corporativo não me realizava mais.

Eu precisava enfrentar e vencer novos desafios”, diz. Em vez de ir a um escritório próprio ou de trabalhar em casa, Franco vai todos os dias para um galpão de 500 m2, na região central de São Paulo, onde aluga uma mesa, abre seu notebook e cumpre suas tarefas.

O novo local de trabalho de Franco chama-se The Hub São Paulo, um espaço para microempreendedores, consultores, profissionais independentes e pequenas empresas montarem sua base de operações. Tem biblioteca, cozinha, acesso à internet e até um balanço para repouso.

O aluguel varia de 50 a 660 reais por mês, dependendo do número de horas contratadas, e fica aberto de segunda a sexta, das 8h às 20h. Hoje, o lugar abriga cerca de 130 profissionais de diversas áreas – de economistas a designers. Para se tornar um membro, existe um único pré-requisito: “Comprovar que seu trabalho tem comprometimento com a transformação social ou ecológica do planeta”, diz Maria Piza, coordenadora do The Hub São Paulo.

Criado em Londres, na Inglaterra, em 2005, o conceito de escritório coletivo já está em 12 cidades do mundo. Em São Paulo, o espaço foi aberto em agosto de 2008, trazido pelo argentino Pablo Handl, seguindo os ideais originais: reunir desenvolvimento sustentável e trabalho colaborativo.

O Hub sintetiza um jeito contemporâneo de encarar o trabalho, que une independência, empreendedorismo e preocupação com o futuro do planeta. É possível organizar seus clientes em dois tipos de trajetória profissional. De um lado estão engenheiros, administradores, advogados. São pessoas que vieram de empregos convencionais em busca de maior realização profissional.

No caminho inverso, estão profissionais de áreas diversas, como biólogos, publicitários, designers. Antes, esse grupo recebia do primeiro o rótulo de alternativo. Hoje, a quantidade de oportunidades de trabalho e negócios com fundo socioambiental é suficiente para permitir que um profissional enxergue uma perspectiva de carreira de mais longo prazo na área. “Vi na sustentabilidade uma oportunidade de mercado”, diz a administradora paulistana Taís Carolina Lucilio da Silva, de 30 anos. Ela trocou uma carreira de dez anos como vendedora para montar uma consultoria de marketing para empresas verdes e desenvolver uma marca de roupas ecologicamente correta. “Apesar de ter um bom crescimento na minha carreira, chegou um momento em que percebi que precisava de satisfação pessoal”, diz Taís.

A facilidade de fazer contatos é um dos grandes atrativos do Hub. Todos os dias, às 5 da tarde, Maria, a coordenadora, convoca quem estiver no local para uma pausa regada a café, biscoitos e discussões. A cada encontro um dos frequentadores fala sobre seu projeto, mostra quais problemas enfrenta, recebe sugestões e orientações dos participantes. “Estimulamos as conexões entre membros”, diz Maria. “No Hub, posso trocar experiências com profissionais que têm uma visão de mundo semelhante a minha”, diz a advogada Barbara da Costa Pinto Oliveira, de 32 anos, que criou uma consultoria de treinamento e gestão focada em sustentabilidade.

Essa integração foi fundamental para Douglas Siqueira, de 41 anos, economista e administrador. À frente da ONG Navega São Paulo, que estimula políticas e práticas para despoluir o Rio Tietê, ele usa o Hub como escritório e contata os profissionais que o cercam para desenvolver seu projeto. Numa das ações recentes da ONG, Douglas contou com o auxílio de uma assessoria de imprensa, de uma profissional que trabalha com créditos de carbono e de uma pequena equipe de eventos que trabalham no Hub. “A ação só foi possível graças a esses profissionais”, diz.

Além do compromisso com a sustentabilidade, os membros do Hub têm outra característica em comum: a vocação empreendedora. Douglas é um ótimo exemplo. Com uma carreira estabelecida na área de marketing, já deixou o emprego para abrir um bar e, depois, para administrar a Navega São Paulo. “Criar está no meu DNA”, diz.

O fomento ao empreendedorismo não fica restrito aos membros. Diretores de instituições como Amana Key e banco Santander participam do projeto de coaching coletivo Vitamina C, que coloca frente a frente empresários e empreendedores. O objetivo é fazer com que do encontro surjam novas práticas empresariais. “As empresas nos procuram porque aqui têm fácil acesso a ideias inovadoras”, explica Maria Piza.

DEPOIMENTOS

Franco Fodor, 41 anos, engenheiro
“Deixei o cargo de gerente regional da Jaguar para montar minha consultoria. Nada é mais importante do que qualidade de vida e poder inovar”

Taís Carolina Lucilio da Silva, 30 anos, administradora
“Comecei a calcular e notei que iniciativas sustentáveis não são tão caras quanto parecem. É possível montar um negócio verde lucrativo, por isso investi numa marca de roupas ecológicas”

Douglas Siqueira, 41 anos, economista e administrador
“Sempre fui empreendedor. No Hub tenho contato diário com diversos tipos de projetos e me sinto ainda mais estimulado a criar. Isso faz com que eu esteja sempre revisando meus conceitos”

Barbara da Costa Pinto Oliveira, 32 anos, advogada
“Poucos têm conhecimento amplo sobre sustentabilidade. É preciso entender as implicações ambientais, sociais e econômicas da questão. Há muito espaço neste mercado”

QUER SE TORNAR UM MEMBRO?
Inscreva-se no site ou leve seu projeto pessoalmente ao The Hub São Paulo. Rua Bela Cintra, 409, Consolação, São Paulo-SP. Tel (11) 3539-8574.

Há pouco mais de um ano, o engenheiro automobilístico Franco Fodor, de 41 anos, resolveu deixar o cargo charmoso de diretor regional de vendas das marcas Jaguar e Land Rover na América Latina e abrir com um sócio uma empresa de turismo ambiental. “O mundo corporativo não me realizava mais.

Eu precisava enfrentar e vencer novos desafios”, diz. Em vez de ir a um escritório próprio ou de trabalhar em casa, Franco vai todos os dias para um galpão de 500 m2, na região central de São Paulo, onde aluga uma mesa, abre seu notebook e cumpre suas tarefas.

O novo local de trabalho de Franco chama-se The Hub São Paulo, um espaço para microempreendedores, consultores, profissionais independentes e pequenas empresas montarem sua base de operações. Tem biblioteca, cozinha, acesso à internet e até um balanço para repouso.

O aluguel varia de 50 a 660 reais por mês, dependendo do número de horas contratadas, e fica aberto de segunda a sexta, das 8h às 20h. Hoje, o lugar abriga cerca de 130 profissionais de diversas áreas – de economistas a designers. Para se tornar um membro, existe um único pré-requisito: “Comprovar que seu trabalho tem comprometimento com a transformação social ou ecológica do planeta”, diz Maria Piza, coordenadora do The Hub São Paulo.

Criado em Londres, na Inglaterra, em 2005, o conceito de escritório coletivo já está em 12 cidades do mundo. Em São Paulo, o espaço foi aberto em agosto de 2008, trazido pelo argentino Pablo Handl, seguindo os ideais originais: reunir desenvolvimento sustentável e trabalho colaborativo.

O Hub sintetiza um jeito contemporâneo de encarar o trabalho, que une independência, empreendedorismo e preocupação com o futuro do planeta. É possível organizar seus clientes em dois tipos de trajetória profissional. De um lado estão engenheiros, administradores, advogados. São pessoas que vieram de empregos convencionais em busca de maior realização profissional.

No caminho inverso, estão profissionais de áreas diversas, como biólogos, publicitários, designers. Antes, esse grupo recebia do primeiro o rótulo de alternativo. Hoje, a quantidade de oportunidades de trabalho e negócios com fundo socioambiental é suficiente para permitir que um profissional enxergue uma perspectiva de carreira de mais longo prazo na área. “Vi na sustentabilidade uma oportunidade de mercado”, diz a administradora paulistana Taís Carolina Lucilio da Silva, de 30 anos. Ela trocou uma carreira de dez anos como vendedora para montar uma consultoria de marketing para empresas verdes e desenvolver uma marca de roupas ecologicamente correta. “Apesar de ter um bom crescimento na minha carreira, chegou um momento em que percebi que precisava de satisfação pessoal”, diz Taís.

A facilidade de fazer contatos é um dos grandes atrativos do Hub. Todos os dias, às 5 da tarde, Maria, a coordenadora, convoca quem estiver no local para uma pausa regada a café, biscoitos e discussões. A cada encontro um dos frequentadores fala sobre seu projeto, mostra quais problemas enfrenta, recebe sugestões e orientações dos participantes.
o-novo-lugar-de-trabalho-Abre

novembro 3, 2009 at 6:11 pm Deixe um comentário

Biomóvel, a marca do mobiliário sustentável

Beleza, resistência e visão ambiental. Os móveis batizados com o selo Biomóvel oferecem aos consumidores a oportunidade de praticar princípios ecológicos ao mobiliar seus ambientes. O projeto, inédito no Brasil, trabalha o conceito de móvel sustentável e ecologicamente correto, utilizando somente madeira renovável, tecnologia limpa e materiais não nocivos ao meio ambiente ou à saúde das pessoas.
O Biomóvel é uma exclusividade das pessoas que integram o APL Móveis do Planalto Norte Catarinense, já conhecidas mundialmente pela qualidade dos seus produtos e por seguirem rigorosas normas ambientais nacionais e internacionais. Atualmente são 26 indústrias credenciadas a produzir móveis com o selo Biomóvel, que exige auditorias e análises de cada produto para certificar que os requisitos exigidos em todos os processos de processos de produção são cumpridos. É a prática de um modelo econômico e social sustentável, através de produtos diferenciados e alinhados à cultura ambiental

Jorn. Ivan R. Liebl para a revista Banana D’Água

outubro 8, 2009 at 6:46 pm Deixe um comentário

Sustentabilidade exige inovação e melhoria de gestão nas empresas

Cooperação entre empresas e universidades pode contribuir para salto de qualidade na educação e práticas sustentáveis

O desafio da sustentabilidade passa necessariamente pela inovação e melhoria da gestão. A afirmação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures, que, representando o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, falou em setembro, durante o Global Fórum Business as Agent of World Benefit (BAWB).
De acordo com Rocha Loures, a inovação e gestão voltadas para sustentabilidade ocorrem a partir da cooperação entre o setor produtivo e as universidades. “Para isso, precisamos dar um salto de qualidade no ensino superior, com mudança de métodos e currículos”, destacou.
Anfitrião do evento, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FiepA), José Conrado dos Santos, disse que é fundamental que as indústrias adotem cada vez mais práticas sustentáveis em processos produtivos. “O Mapa Estratégico da CNI destaca o desenvolvimento sustentável como seu principal objetivo”, lembrou Santos.
O diretor de Operações do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional), Carlos Henrique Fonseca, relembrou a criação do Global Fórum, em 2001, em consequência do atentado contra o World Trade Center, em Nova Iorque, com o objetivo de disseminar boas práticas de sustentabilidade. “Há 13 anos o Prêmio Sesi Qualidade no Trabalho identifica experiências empresariais que promovem o desenvolvimento sustentável”, destacou.

Fonte: Sistema Fiep

setembro 28, 2009 at 12:33 pm Deixe um comentário

Dia mundial sem carro levanta reflexão sobre uso de transportes alternativos

Em um esforço para reduzir as emissões de gás carbônico no trânsito, Porto Alegre e mais de 1500 cidades devem participar do Dia Mundial Sem Carro 2009, que ocorre nesta terça-feira, 22 de setembro. Celebrada pela primeira vez na França em 1997, a data é um momento para os cidadãos deixarem seus veículos em casa e refletirem sobre as mudanças climáticas e o impacto que sua forma de locomoção exerce sobre o meio ambiente e a saúde das pessoas. Segundo o Greenpeace, há em média um carro para cada seis brasileiros, o que representa cerca de 30 milhões de automóveis circulando no País gerando poluição e dificultando a mobilidade nas grandes cidades.

O dia torna-se também uma chance para a sociedade reavaliar o uso de conduções alternativas e pressionar os governos para que adotem políticas de incentivo ao uso do transporte público e de veículos não poluentes nos seus serviços. “As administrações municipais, estaduais e federais precisam dar o exemplo e abrirem espaço para as empresas que oferecem opções mais sustentáveis. E isso não apenas no segmento de transporte e tele-entregas, mas em todas as áreas nas quais os órgãos públicos contratam”, defende o empresário Kais Ismail, proprietário da Bike-Entrega. Ismail comenta que houve uma recomendação, ainda no primeiro semestre deste ano, da Câmara de Vereadores de Porto Alegre para o uso também de ciclistas nas entregas da Casa. Contudo, nenhuma ação concreta foi posta em prática. “É preciso que ocorra uma diversificação dos meios de locomoção utilizados para ajudar a reduzir os níveis de poluição do ar. Mas, se nem os governos tomam a iniciativa de procurar soluções que beneficiem o meio ambiente, como os cidadãos irão se mobilizar?”, questiona.

O empresário afirma que a cultura do automóvel é muito enraizada no Brasil e que mudar esse comportamento exige tempo e a permanente discussão sobre os efeitos que o crescimento descontrolado da frota de veículos automotores (como carros e motos) tem sobre a qualidade de vida. Para se ter uma ideia, conforme dados do Detran-RS, em 2008 havia 4.138.550 veículos habilitados no Estado. Dez anos atrás, esse número era de 2.783.209. Apenas em Porto Alegre, no ano passado, foram registrados 627.580 veículos, sendo deste total 464.666 carros e 66.724 motocicletas. “Faltam estudos por parte das esferas públicas sobre a quantidade de emissão de gás carbônico que os meios de transportes utilizados por elas lançam na atmosfera diariamente. O Dia Mundial Sem Carro é uma oportunidade para colocarmos esses temas em debate e cobrar que os governos façam um levantamento sobre o impacto que suas ações têm para a saúde da população”, acrescenta Ismail. Ele salienta ainda a necessidade de entidades como o Ibama fiscalizarem os órgãos públicos, para avaliar como estes estão trabalhando em prol da sustentabilidade.

Texto: http://www.sustentabilidade.blog.br

setembro 25, 2009 at 12:52 pm Deixe um comentário

Celular produzido a partir de plástico reciclado

Material reciclado de garrafas pet compõe 25% da estrutura externa do celular. No Brasil, a Motorola lançou o produto em parceria com a operadora de telefonia Claro e a rede de supermercados Wal-Mart.

Desde abril, a Motorola está comercializando no Brasil o primeiro celular mundial fabricado com matéria prima que inclui material reciclado. O novo modelo MOTO W233 tem 25% da estrutura externa feita de material reciclado a partir de garrafas pet. Além disso, possui o certificado Carbonfree, documento emitido pela Carbonfound.Org, líder mundial em projetos de compensações de carbono. O selo garante que o produto compensa as emissões de carbono no seu processo de fabricação, distribuição e uso com investimentos em projetos de preservação ambiental.

“Estamos orgulhosos em poder oferecer aos nossos clientes a oportunidade de estar integrado com o meio ambiente, por meio de um aparelho voltado totalmente para a consciência ecológica, desde a utilização de plástico reciclado no seu design até a embalagem. Vale reforçar a parceria com a Carbonfund.org, que ajudará o mundo a respirar melhor com a compensação de dióxido de carbono”, destaca Sérgio Buniac, vice-presidente de Produtos Móveis da Motorola Brasil.

Segundo Buniac, “no Brasil, os recursos arrecadados pela Carbonfound.Org a partir da parceria com a Matorala, serão destinados para um programa de tratamento de água, localizado em Vargem Bonita, no Estado de Santa Catarina. O programa prevê a coleta do gás metano durante o tratamento de efluentes, evitando que o mesmo seja jogado no meio ambiente.”

Para Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu, a inovação da Motorola reforça e enriquece a busca de soluções para o desenvolvimento sustentável pelas empresas, pois “com o uso de material reciclado no processo de produção, evita-se a extração de novos recursos naturais”.

Entretanto, Mattar lembra que o consumidor tem um papel importante e também pode contribuir nesse processo. “Por um lado, ele precisa se questionar se realmente precisa comprar um novo aparelho. Se concluir que sim, é fundamental que o consumidor dê a destinação correta ao aparelho anterior. Por outro lado, ao decidir comprar um novo aparelho, é importante priorizar os produtos de empresas que tenham uma atuação consistente e contínua na área socioambiental, valorizando assim, o esforço destas na construção da sustentabilidade.”

Segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) são vendidos mais de 1 milhão de celulares todos os meses no Brasil e são descartados mais de 40 milhões de baterias todos os anos. Atualmente, o descarte de baterias de celulares constitui uma das maiores ameaças ao meio ambiente, pois, eles possuem entre seus componentes, metais pesados como mercúrio, cádmio e chumbo, que, quando não são adequadamente descartados, podem contaminar o solo e causam danos à saúde humana.

Parcerias
No Brasil, a Motorola lançou o produto em parceria com a operadora de telefonia Claro e a rede de supermercados Wal-Mart (parceira estratégica do Akatu).

Wal-Mart e Motorola também se uniram para implementar a coleta de baterias, pilhas e celulares na rede de hipermercados. “Serão instaladas, urnas específicas para este tipo de coleta inicialmente em 14 lojas da rede em São Paulo. Nas urnas os clientes poderão depositar as baterias esgotadas”, explica Paulo Polesi, vice-presidente de proteção de ativos do Wal-Mart Brasil.

O lançamento do MOTO W233 faz parte da Ecomoto, programa global da empresa que busca reduzir os impactos ambientais decorrentes de seus processos, produtos e serviços.

Fonte: Instituto Akatu- Central de Notícias

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setembro 20, 2009 at 5:27 pm Deixe um comentário

Anéis com vida

Uma novidade lançada por um artista plástico da Islândia promete conquistar a preferência das pessoas preocupadas com o meio-ambiente: a linha “Growing Jewlery”, ou “Acessórios que Crescem”, em tradução livre.

Segundo o criador Hafsteinn Juliusson, a jóia é unissex e muito fashion, além de ecologicamente correta. “Nos dias de hoje, em que vivemos em espaços cada vez mais reduzidos, as jóias são uma excelente opção para preservar as plantas”, alega.

Assim como qualquer vaso, as plantas precisam ser regadas diariamente. O ideal é molhá-las com spray. “Nada melhor para ficar sempre próximo à natureza do que a Jóia que Cresce”, diz Juliusson.

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Fonte: http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/no_298367.shtml

setembro 4, 2009 at 11:57 am Deixe um comentário

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