Árvore de Natal

Gostaria de deixar claro que o blog tem por objetivo discutir a sustentabilidade na mídia e não receita de faça você mesmo ou passo à passo. Desta vez vou dar uma colher de chá. Encontrei esse modelo de árvore de Natal feita com garrafa de refrigerante no blog Sonho de Artesanato. Essa árvore é bem simples e fácil de fazer.

http://sonhodeartesanato.blogspot.com/search/label/Decora%C3%A7%C3%A3o%20de%20Natal

Add comment Novembro 3, 2009

O novo lugar de trabalho

Elisa Tozzi
Revista Você S/A – 10/2009

Há pouco mais de um ano, o engenheiro automobilístico Franco Fodor, de 41 anos, resolveu deixar o cargo charmoso de diretor regional de vendas das marcas Jaguar e Land Rover na América Latina e abrir com um sócio uma empresa de turismo ambiental. “O mundo corporativo não me realizava mais.

Eu precisava enfrentar e vencer novos desafios”, diz. Em vez de ir a um escritório próprio ou de trabalhar em casa, Franco vai todos os dias para um galpão de 500 m2, na região central de São Paulo, onde aluga uma mesa, abre seu notebook e cumpre suas tarefas.

O novo local de trabalho de Franco chama-se The Hub São Paulo, um espaço para microempreendedores, consultores, profissionais independentes e pequenas empresas montarem sua base de operações. Tem biblioteca, cozinha, acesso à internet e até um balanço para repouso.

O aluguel varia de 50 a 660 reais por mês, dependendo do número de horas contratadas, e fica aberto de segunda a sexta, das 8h às 20h. Hoje, o lugar abriga cerca de 130 profissionais de diversas áreas – de economistas a designers. Para se tornar um membro, existe um único pré-requisito: “Comprovar que seu trabalho tem comprometimento com a transformação social ou ecológica do planeta”, diz Maria Piza, coordenadora do The Hub São Paulo.

Criado em Londres, na Inglaterra, em 2005, o conceito de escritório coletivo já está em 12 cidades do mundo. Em São Paulo, o espaço foi aberto em agosto de 2008, trazido pelo argentino Pablo Handl, seguindo os ideais originais: reunir desenvolvimento sustentável e trabalho colaborativo.

O Hub sintetiza um jeito contemporâneo de encarar o trabalho, que une independência, empreendedorismo e preocupação com o futuro do planeta. É possível organizar seus clientes em dois tipos de trajetória profissional. De um lado estão engenheiros, administradores, advogados. São pessoas que vieram de empregos convencionais em busca de maior realização profissional.

No caminho inverso, estão profissionais de áreas diversas, como biólogos, publicitários, designers. Antes, esse grupo recebia do primeiro o rótulo de alternativo. Hoje, a quantidade de oportunidades de trabalho e negócios com fundo socioambiental é suficiente para permitir que um profissional enxergue uma perspectiva de carreira de mais longo prazo na área. “Vi na sustentabilidade uma oportunidade de mercado”, diz a administradora paulistana Taís Carolina Lucilio da Silva, de 30 anos. Ela trocou uma carreira de dez anos como vendedora para montar uma consultoria de marketing para empresas verdes e desenvolver uma marca de roupas ecologicamente correta. “Apesar de ter um bom crescimento na minha carreira, chegou um momento em que percebi que precisava de satisfação pessoal”, diz Taís.

A facilidade de fazer contatos é um dos grandes atrativos do Hub. Todos os dias, às 5 da tarde, Maria, a coordenadora, convoca quem estiver no local para uma pausa regada a café, biscoitos e discussões. A cada encontro um dos frequentadores fala sobre seu projeto, mostra quais problemas enfrenta, recebe sugestões e orientações dos participantes. “Estimulamos as conexões entre membros”, diz Maria. “No Hub, posso trocar experiências com profissionais que têm uma visão de mundo semelhante a minha”, diz a advogada Barbara da Costa Pinto Oliveira, de 32 anos, que criou uma consultoria de treinamento e gestão focada em sustentabilidade.

Essa integração foi fundamental para Douglas Siqueira, de 41 anos, economista e administrador. À frente da ONG Navega São Paulo, que estimula políticas e práticas para despoluir o Rio Tietê, ele usa o Hub como escritório e contata os profissionais que o cercam para desenvolver seu projeto. Numa das ações recentes da ONG, Douglas contou com o auxílio de uma assessoria de imprensa, de uma profissional que trabalha com créditos de carbono e de uma pequena equipe de eventos que trabalham no Hub. “A ação só foi possível graças a esses profissionais”, diz.

Além do compromisso com a sustentabilidade, os membros do Hub têm outra característica em comum: a vocação empreendedora. Douglas é um ótimo exemplo. Com uma carreira estabelecida na área de marketing, já deixou o emprego para abrir um bar e, depois, para administrar a Navega São Paulo. “Criar está no meu DNA”, diz.

O fomento ao empreendedorismo não fica restrito aos membros. Diretores de instituições como Amana Key e banco Santander participam do projeto de coaching coletivo Vitamina C, que coloca frente a frente empresários e empreendedores. O objetivo é fazer com que do encontro surjam novas práticas empresariais. “As empresas nos procuram porque aqui têm fácil acesso a ideias inovadoras”, explica Maria Piza.

DEPOIMENTOS

Franco Fodor, 41 anos, engenheiro
“Deixei o cargo de gerente regional da Jaguar para montar minha consultoria. Nada é mais importante do que qualidade de vida e poder inovar”

Taís Carolina Lucilio da Silva, 30 anos, administradora
“Comecei a calcular e notei que iniciativas sustentáveis não são tão caras quanto parecem. É possível montar um negócio verde lucrativo, por isso investi numa marca de roupas ecológicas”

Douglas Siqueira, 41 anos, economista e administrador
“Sempre fui empreendedor. No Hub tenho contato diário com diversos tipos de projetos e me sinto ainda mais estimulado a criar. Isso faz com que eu esteja sempre revisando meus conceitos”

Barbara da Costa Pinto Oliveira, 32 anos, advogada
“Poucos têm conhecimento amplo sobre sustentabilidade. É preciso entender as implicações ambientais, sociais e econômicas da questão. Há muito espaço neste mercado”

QUER SE TORNAR UM MEMBRO?
Inscreva-se no site ou leve seu projeto pessoalmente ao The Hub São Paulo. Rua Bela Cintra, 409, Consolação, São Paulo-SP. Tel (11) 3539-8574.

Há pouco mais de um ano, o engenheiro automobilístico Franco Fodor, de 41 anos, resolveu deixar o cargo charmoso de diretor regional de vendas das marcas Jaguar e Land Rover na América Latina e abrir com um sócio uma empresa de turismo ambiental. “O mundo corporativo não me realizava mais.

Eu precisava enfrentar e vencer novos desafios”, diz. Em vez de ir a um escritório próprio ou de trabalhar em casa, Franco vai todos os dias para um galpão de 500 m2, na região central de São Paulo, onde aluga uma mesa, abre seu notebook e cumpre suas tarefas.

O novo local de trabalho de Franco chama-se The Hub São Paulo, um espaço para microempreendedores, consultores, profissionais independentes e pequenas empresas montarem sua base de operações. Tem biblioteca, cozinha, acesso à internet e até um balanço para repouso.

O aluguel varia de 50 a 660 reais por mês, dependendo do número de horas contratadas, e fica aberto de segunda a sexta, das 8h às 20h. Hoje, o lugar abriga cerca de 130 profissionais de diversas áreas – de economistas a designers. Para se tornar um membro, existe um único pré-requisito: “Comprovar que seu trabalho tem comprometimento com a transformação social ou ecológica do planeta”, diz Maria Piza, coordenadora do The Hub São Paulo.

Criado em Londres, na Inglaterra, em 2005, o conceito de escritório coletivo já está em 12 cidades do mundo. Em São Paulo, o espaço foi aberto em agosto de 2008, trazido pelo argentino Pablo Handl, seguindo os ideais originais: reunir desenvolvimento sustentável e trabalho colaborativo.

O Hub sintetiza um jeito contemporâneo de encarar o trabalho, que une independência, empreendedorismo e preocupação com o futuro do planeta. É possível organizar seus clientes em dois tipos de trajetória profissional. De um lado estão engenheiros, administradores, advogados. São pessoas que vieram de empregos convencionais em busca de maior realização profissional.

No caminho inverso, estão profissionais de áreas diversas, como biólogos, publicitários, designers. Antes, esse grupo recebia do primeiro o rótulo de alternativo. Hoje, a quantidade de oportunidades de trabalho e negócios com fundo socioambiental é suficiente para permitir que um profissional enxergue uma perspectiva de carreira de mais longo prazo na área. “Vi na sustentabilidade uma oportunidade de mercado”, diz a administradora paulistana Taís Carolina Lucilio da Silva, de 30 anos. Ela trocou uma carreira de dez anos como vendedora para montar uma consultoria de marketing para empresas verdes e desenvolver uma marca de roupas ecologicamente correta. “Apesar de ter um bom crescimento na minha carreira, chegou um momento em que percebi que precisava de satisfação pessoal”, diz Taís.

A facilidade de fazer contatos é um dos grandes atrativos do Hub. Todos os dias, às 5 da tarde, Maria, a coordenadora, convoca quem estiver no local para uma pausa regada a café, biscoitos e discussões. A cada encontro um dos frequentadores fala sobre seu projeto, mostra quais problemas enfrenta, recebe sugestões e orientações dos participantes.
o-novo-lugar-de-trabalho-Abre

Add comment Novembro 3, 2009

Biomóvel, a marca do mobiliário sustentável

Beleza, resistência e visão ambiental. Os móveis batizados com o selo Biomóvel oferecem aos consumidores a oportunidade de praticar princípios ecológicos ao mobiliar seus ambientes. O projeto, inédito no Brasil, trabalha o conceito de móvel sustentável e ecologicamente correto, utilizando somente madeira renovável, tecnologia limpa e materiais não nocivos ao meio ambiente ou à saúde das pessoas.
O Biomóvel é uma exclusividade das pessoas que integram o APL Móveis do Planalto Norte Catarinense, já conhecidas mundialmente pela qualidade dos seus produtos e por seguirem rigorosas normas ambientais nacionais e internacionais. Atualmente são 26 indústrias credenciadas a produzir móveis com o selo Biomóvel, que exige auditorias e análises de cada produto para certificar que os requisitos exigidos em todos os processos de processos de produção são cumpridos. É a prática de um modelo econômico e social sustentável, através de produtos diferenciados e alinhados à cultura ambiental

Jorn. Ivan R. Liebl para a revista Banana D’Água

Add comment Outubro 8, 2009

Sustentabilidade exige inovação e melhoria de gestão nas empresas

Cooperação entre empresas e universidades pode contribuir para salto de qualidade na educação e práticas sustentáveis

O desafio da sustentabilidade passa necessariamente pela inovação e melhoria da gestão. A afirmação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), Rodrigo da Rocha Loures, que, representando o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, falou em setembro, durante o Global Fórum Business as Agent of World Benefit (BAWB).
De acordo com Rocha Loures, a inovação e gestão voltadas para sustentabilidade ocorrem a partir da cooperação entre o setor produtivo e as universidades. “Para isso, precisamos dar um salto de qualidade no ensino superior, com mudança de métodos e currículos”, destacou.
Anfitrião do evento, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Pará (FiepA), José Conrado dos Santos, disse que é fundamental que as indústrias adotem cada vez mais práticas sustentáveis em processos produtivos. “O Mapa Estratégico da CNI destaca o desenvolvimento sustentável como seu principal objetivo”, lembrou Santos.
O diretor de Operações do Serviço Social da Indústria (Sesi Nacional), Carlos Henrique Fonseca, relembrou a criação do Global Fórum, em 2001, em consequência do atentado contra o World Trade Center, em Nova Iorque, com o objetivo de disseminar boas práticas de sustentabilidade. “Há 13 anos o Prêmio Sesi Qualidade no Trabalho identifica experiências empresariais que promovem o desenvolvimento sustentável”, destacou.

Fonte: Sistema Fiep

Add comment Setembro 28, 2009

Dia mundial sem carro levanta reflexão sobre uso de transportes alternativos

Em um esforço para reduzir as emissões de gás carbônico no trânsito, Porto Alegre e mais de 1500 cidades devem participar do Dia Mundial Sem Carro 2009, que ocorre nesta terça-feira, 22 de setembro. Celebrada pela primeira vez na França em 1997, a data é um momento para os cidadãos deixarem seus veículos em casa e refletirem sobre as mudanças climáticas e o impacto que sua forma de locomoção exerce sobre o meio ambiente e a saúde das pessoas. Segundo o Greenpeace, há em média um carro para cada seis brasileiros, o que representa cerca de 30 milhões de automóveis circulando no País gerando poluição e dificultando a mobilidade nas grandes cidades.

O dia torna-se também uma chance para a sociedade reavaliar o uso de conduções alternativas e pressionar os governos para que adotem políticas de incentivo ao uso do transporte público e de veículos não poluentes nos seus serviços. “As administrações municipais, estaduais e federais precisam dar o exemplo e abrirem espaço para as empresas que oferecem opções mais sustentáveis. E isso não apenas no segmento de transporte e tele-entregas, mas em todas as áreas nas quais os órgãos públicos contratam”, defende o empresário Kais Ismail, proprietário da Bike-Entrega. Ismail comenta que houve uma recomendação, ainda no primeiro semestre deste ano, da Câmara de Vereadores de Porto Alegre para o uso também de ciclistas nas entregas da Casa. Contudo, nenhuma ação concreta foi posta em prática. “É preciso que ocorra uma diversificação dos meios de locomoção utilizados para ajudar a reduzir os níveis de poluição do ar. Mas, se nem os governos tomam a iniciativa de procurar soluções que beneficiem o meio ambiente, como os cidadãos irão se mobilizar?”, questiona.

O empresário afirma que a cultura do automóvel é muito enraizada no Brasil e que mudar esse comportamento exige tempo e a permanente discussão sobre os efeitos que o crescimento descontrolado da frota de veículos automotores (como carros e motos) tem sobre a qualidade de vida. Para se ter uma ideia, conforme dados do Detran-RS, em 2008 havia 4.138.550 veículos habilitados no Estado. Dez anos atrás, esse número era de 2.783.209. Apenas em Porto Alegre, no ano passado, foram registrados 627.580 veículos, sendo deste total 464.666 carros e 66.724 motocicletas. “Faltam estudos por parte das esferas públicas sobre a quantidade de emissão de gás carbônico que os meios de transportes utilizados por elas lançam na atmosfera diariamente. O Dia Mundial Sem Carro é uma oportunidade para colocarmos esses temas em debate e cobrar que os governos façam um levantamento sobre o impacto que suas ações têm para a saúde da população”, acrescenta Ismail. Ele salienta ainda a necessidade de entidades como o Ibama fiscalizarem os órgãos públicos, para avaliar como estes estão trabalhando em prol da sustentabilidade.

Texto: http://www.sustentabilidade.blog.br

Add comment Setembro 25, 2009

Celular produzido a partir de plástico reciclado

Material reciclado de garrafas pet compõe 25% da estrutura externa do celular. No Brasil, a Motorola lançou o produto em parceria com a operadora de telefonia Claro e a rede de supermercados Wal-Mart.

Desde abril, a Motorola está comercializando no Brasil o primeiro celular mundial fabricado com matéria prima que inclui material reciclado. O novo modelo MOTO W233 tem 25% da estrutura externa feita de material reciclado a partir de garrafas pet. Além disso, possui o certificado Carbonfree, documento emitido pela Carbonfound.Org, líder mundial em projetos de compensações de carbono. O selo garante que o produto compensa as emissões de carbono no seu processo de fabricação, distribuição e uso com investimentos em projetos de preservação ambiental.

“Estamos orgulhosos em poder oferecer aos nossos clientes a oportunidade de estar integrado com o meio ambiente, por meio de um aparelho voltado totalmente para a consciência ecológica, desde a utilização de plástico reciclado no seu design até a embalagem. Vale reforçar a parceria com a Carbonfund.org, que ajudará o mundo a respirar melhor com a compensação de dióxido de carbono”, destaca Sérgio Buniac, vice-presidente de Produtos Móveis da Motorola Brasil.

Segundo Buniac, “no Brasil, os recursos arrecadados pela Carbonfound.Org a partir da parceria com a Matorala, serão destinados para um programa de tratamento de água, localizado em Vargem Bonita, no Estado de Santa Catarina. O programa prevê a coleta do gás metano durante o tratamento de efluentes, evitando que o mesmo seja jogado no meio ambiente.”

Para Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu, a inovação da Motorola reforça e enriquece a busca de soluções para o desenvolvimento sustentável pelas empresas, pois “com o uso de material reciclado no processo de produção, evita-se a extração de novos recursos naturais”.

Entretanto, Mattar lembra que o consumidor tem um papel importante e também pode contribuir nesse processo. “Por um lado, ele precisa se questionar se realmente precisa comprar um novo aparelho. Se concluir que sim, é fundamental que o consumidor dê a destinação correta ao aparelho anterior. Por outro lado, ao decidir comprar um novo aparelho, é importante priorizar os produtos de empresas que tenham uma atuação consistente e contínua na área socioambiental, valorizando assim, o esforço destas na construção da sustentabilidade.”

Segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) são vendidos mais de 1 milhão de celulares todos os meses no Brasil e são descartados mais de 40 milhões de baterias todos os anos. Atualmente, o descarte de baterias de celulares constitui uma das maiores ameaças ao meio ambiente, pois, eles possuem entre seus componentes, metais pesados como mercúrio, cádmio e chumbo, que, quando não são adequadamente descartados, podem contaminar o solo e causam danos à saúde humana.

Parcerias
No Brasil, a Motorola lançou o produto em parceria com a operadora de telefonia Claro e a rede de supermercados Wal-Mart (parceira estratégica do Akatu).

Wal-Mart e Motorola também se uniram para implementar a coleta de baterias, pilhas e celulares na rede de hipermercados. “Serão instaladas, urnas específicas para este tipo de coleta inicialmente em 14 lojas da rede em São Paulo. Nas urnas os clientes poderão depositar as baterias esgotadas”, explica Paulo Polesi, vice-presidente de proteção de ativos do Wal-Mart Brasil.

O lançamento do MOTO W233 faz parte da Ecomoto, programa global da empresa que busca reduzir os impactos ambientais decorrentes de seus processos, produtos e serviços.

Fonte: Instituto Akatu- Central de Notícias

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Add comment Setembro 20, 2009

Anéis com vida

Uma novidade lançada por um artista plástico da Islândia promete conquistar a preferência das pessoas preocupadas com o meio-ambiente: a linha “Growing Jewlery”, ou “Acessórios que Crescem”, em tradução livre.

Segundo o criador Hafsteinn Juliusson, a jóia é unissex e muito fashion, além de ecologicamente correta. “Nos dias de hoje, em que vivemos em espaços cada vez mais reduzidos, as jóias são uma excelente opção para preservar as plantas”, alega.

Assim como qualquer vaso, as plantas precisam ser regadas diariamente. O ideal é molhá-las com spray. “Nada melhor para ficar sempre próximo à natureza do que a Jóia que Cresce”, diz Juliusson.

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Fonte: http://www.abril.com.br/noticia/comportamento/no_298367.shtml

Add comment Setembro 4, 2009

Carioca vende bicicletas biodegradáveis de bambu na Dinamarca

As bicicletas já são um meio de transporte ecológico, porque não gastam combustível nem poluem. Imagine se forem descartáveis. O desenhista industrial carioca Flavio Deslandes vende biclicletas biodegradáveis, com com armação de bambus, na Dinamarca. Ele desenvolveu o produto numa parceria com uma empresa de bicicletas de lá, a BioMega. O plano e fazer 100 unidades este ano. Vinte já foram vendidas para os ciclistas dinamarqueses. As bicicletas, que tem hastes de bambu no lugar dos tubos de alumínio convencionais, são feitas artesanalmente. Custam a partir de 3800 euros.

Flavio começou a pesquisar os bambus em 1995, quando estudava na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Pedalando pelas ciclovias da Lagoa Rodrigo de Freitas e das praias do Rio, ele teve a ideia de adaptar os bambus e fazer uma bicicleta com quadro biodegradável. Desde então, foram anos de pesquisa para descobrir as melhores técnicas para cortar e tratar os bambus. Além de como adapta-lo às necessidades da estrutura da bicicleta. Fiel às origens, Flavio usa nas bicicletas dinamarquesas bambus que manda trazer do interior do Rio.

“Usar os bambus para montar uma bicicleta é mais difícil do que fazer uma cadeira ou mesa”, diz Flavio. “O quadro da bicicleta é submetido a vários esforços e pressões enquanto se pedala.” Ele precisa agüentar os trancos na rua, o peso do ciclista e a trepidação do terreno irregular. Isso também é uma vantagem do bambu, segundo Flavio. “O bambu tem características próprias, diferentes do metal ou carbono usado nas bicicletas”, diz. “Ele combina flexibilidade e rigidez. Com isso, a bicicleta oferece mais conforto. Se você souber montar da forma adequada, uma bicicleta com estrutura de bambu funciona como um sistema de amortecedor, que absorve as vibrações do terreno. Isso é natural do material. Tanto que a vara de pescar de bambu é mais flexível do que a de fibra de carbono”, afirma.

O desafio é como lidar com a deterioração do material. A bicicleta fica do lado de fora, exposta à chuva e ao sol. Flavio diz que a durabilidade da bicicleta de bambu é a mesma que uma de alumínio ou carbono, por conta dos produtos químicos que ele usa para tratar o material natural.

“No entanto, se um cliente quiser o bambu sem tratamento, por que é mais ecológico, então ela vai durar menos ou requerer uma manutencão mais constante”, diz. Pode parecer difícil convencer muita gente a gastar alguns milhares de euros para comprar uma bicicleta que, mesmo bem cuidada, não dura mais do que dez anos. Para Flavio, esse é

bamboocomfort

justamente parte do charme do produto. Flavio prefere não usar tratamentos químicos pesados, que poderiam prolongar a vida do bambu. Mas que significariam, para ele, um caminho no sentido de um material mais artificial. “A ideia é o oposto”, diz. “Faz parte da história saber que o bambu vai se decompor. O bambu é biodegradavel. A tendência é ele se desmanchar na natureza. Isso pode ser positivo para o meio ambiente. Se você enterrar aquilo, depois de alguns meses, virou poeira.” É uma extensão da filosofia de baixo impacto ambiental que o transporte ciclístico já tem.

Agora, a pesquisa de Flavio é para projetar uma bicicleta com toda a estrutura de bambu. Hoje, ele ainda usa metal nas juntas. Seu plano é substituir por materiais orgânicos biodegradáveis. Aí, depois de algum tempo, bastaria mesmo apenas descartar a armação da bicicleta, como fazemos com casca de frutas. E transferir as peças metálicas, como a roda e as marchas, para outra estrutura também perecível.

(Alexandre Mansur)

Add comment Setembro 3, 2009

Alemães estocam lâmpadas incandescentes antes de proibição

Os alemães, que normalmente se veem como guardiões do meio ambiente, estão estocando lâmpadas incandescentes de alto consumo de energia antes da proibição do produto em toda a União Europeia, afirmou a agência de pesquisa de mercado GfK.

A GfK registrou aumento de cerca de 35 por cento nas vendas de lâmpadas incandescentes na primeira metade do ano. Na terça-feira, tem início o processo de proibição da fabricação e da importação de lâmpadas de mais de 75 watts, proposta em 2007 pelo ministro alemão do Meio Ambiente, Sigmar Gabriel.

Alguns varejistas alemães dizem ter visto um aumento de 600 por cento nas vendas de lâmpadas de mais de 100 watts desde o final de julho.

A União Europeia planeja acabar com o uso dessas lâmpadas como parte dos planos para poupar energia, cortar os gases estufa e combater a mudança climática.

A proibição da fabricação e da importação será ampliada a cada ano, e se tornará total até 2012.

A Comissão Europeia prevê que a medida poupará cerca de 40 terawatts de energia por ano no bloco — o suficiente para atender às demandas de energia de um país pequeno.

Segundo a Alemanha, a troca para lâmpadas econômicas pode evitar a emissão de cerca de 25 milhões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

Fonte: Jornal de Maringá

Add comment Setembro 1, 2009

Aumenta adesão à campanha contra uso de sacolas plásticas

Com a participação da secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, Samyra Crespo, o presidente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr., formalizou oficialmente na sexta-feira (28/08) a adesão da empresa à campanha “Saco é um Saco”, lançada pelo Ministério do Meio Ambiente em junho deste ano.

A representante do MMA destacou que as sacolas plásticas, apesar de parecerem “inocentes” (na falsa aparência de não oferecer riscos), na verdade são causadoras de grandes tragédias e a campanha para limitar o seu uso é muito importante. “Elas são uma das maiores responsáveis pelas enchentes, provocam desligamentos de energia elétrica e a morte de animais marinhos”, disse Samyra.

A campanha “Saco é um Saco” conta com a adesão de 15 grandes empresas que atuam no setor varejista nacional e ela espera que esse número aumente. “O mercado responde à demanda e a própria indústria vai apostar em novas soluções tecnológicas se a sociedade parar de demandar sacolas plásticas”, disse ela.

“Nós queremos uma avalanche de adesões para a campanha ganhar peso e, agora, contamos com a credibilidade da CPFL”, afirmou Samyra.

O presidente da CPFL Energia explicou que o mundo vive um momento de adaptação em relação ao aquecimento global. “Precisamos do consumo consciente, e um desses temas é a redução no uso de sacolas plásticas”, disse.

A CPFL Energia se comprometeu em contribuir de diferentes formas. A empresa distribuirá 7,2 mil sacolas de tecido para seus funcionários diretos e outras três mil unidades para fornecedores de serviços e produtos.

Mais de cinco milhões de clientes ligados em baixa tensão das 306 cidades de São Paulo, Minas Gerais e Paraná receberão entre os meses de agosto e outubro mensagens em suas contas de luz sobre a campanha.

Além disso, vai desenvolver spots para rádio e um comercial para televisão. “Nós atuamos num mercado com cerca de 20 milhões de pessoas e sentimos que temos como atuar de forma positiva para incentivar a redução no uso dessas sacolas descartáveis”, informou o presidente da Companhia.

Fonte: CPFL Energia

Add comment Agosto 31, 2009

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